ENCONTRO ESTADUAL DOS TECNICOS AGRICOLAS DO ESTADO DO MARANHÃO
CONSCIENTIZAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL
domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Um dos dilemas do assentado da reforma agrária é como alimentar o gado na época da seca. Na maioria das vezes, é necessário comprar ração ou algum tipo de forragem, o que eleva os custos de produção. Foi para resolver esse problema que a Embrapa Meio Ambiente desenvolveu o pasto rotativo agroecológico, adotado experimentalmente por produtores rurais assentados das regiões do Pontal do Paranapanema e Andradina, SP.
O objetivo é recuperar o solo com técnicas ecologicamente sustentáveis e oferecer alternativas de alimentação para o gado na época em que o capim está seco.
Esse sistema difere do pastejo convencional por substituir a adubação química, de alto custo, por adubação verde. Em consórcio com as gramíneas, os assentado planta leguminosas, espécies que fixam nitrogênio no solo, contribuindo para recuperar a fertilidade, além de servirem de fonte de proteína para o gado.
Segundo Luiz Octávio Ramos Filho, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o produtor não precisa adquirir uma variedade específica de capim. Ele pode trabalhar com a que já existe no seu lote. Mas, no caso da leguminosa, ele recomenda o estilosante Mineirão. “É uma espécie nativa do cerrado, resistente à seca e rica em proteína”, justifica.
A rotação de pastejo é outro princípio utilizado. A área de pastagem é dividida em piquetes. A quantidade de piquetes depende do tempo necessário para a recuperação do capim, variando entre 21 e 30. O gado é solto em um piquete por vez, de modo que, ao chegar ao último, o capim do primeiro já está pronto novamente para o pastejo.
Ramo Filho recomenda ainda o plantio de árvores. “O gado gosta de sombra. Não come quando está muito quente. E as árvores também podem fixar nitrogênio no solo, especialmente se forem leguminosas. Podemos chegar, inclusive, a um sistema silvipastoril”, explica.
Nas experiências realizadas nos assentamentos Timboré, em Andradina, e Água Sumida, em Teodoro Sampaio, em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra, os assentados têm registrado ganhos de rendimento de 20 a 30%. “O assentado sai de uma situação ruim, sem manejo e com o custo de adubação, e vai para uma situação em que tem custo menor e sustentabilidade no longo prazo”, conclui o pesquisador.
A Febre aftosa é uma enfermidade altamente contagiosa que ataca a todos os animais de casco fendido, principalmente bovinos, suínos, ovinos e caprinos, e muito menos os carnívoros, mamíferos; os animais solípedes são resistentes. Dá-se em todas as idades, independente de sexo, raça, clima, etc., porém há diferenças de suscetividade de espécie.
A doença é produzida pelo menos por seis tipos de vírus, classificados como A,O,C,SAT-1,SAT-2 e SAT-3, sendo que os três últimos foram isolados na África e os demais apresentam ampla disseminação. Não há transmissores de aftosa, o vírus é vinculado pelo ar, pela água e alimentos, apesar de ser sensível ao calor e a luz.
A imunidade contra um deles não protege contra os outros. Além disso, constataram-se alguns subtipos dos vírus citados, com a particularidade de que uns causam ataques mais graves que outros e alguns se propagam mais facilmente. Esta complexidade, apresenta um aspecto muito desfavorável, pois um animal atacado por um tipo de vírus, embora ofereça resistência ao mesmo, é ainda suscetível aos outros tipos e subtipos.
PREJUÍZOS CAUSADOS - A gravidade da aftosa não decorre das mortes que ocasiona, mas principalmente dos prejuízos econômicos, atingindo todos os pecuaristas, desde os pequenos até os grandes produtores. Causa em conseqüência da febre e da perda de apetite, sob as formas de quebra da produção leiteira, perda de peso, crescimento retardado e menor eficiência reprodutiva. Pode levar à morte, principalmente os animais jovens; As propriedades que têm animais doentes são interditadas; A exportação da carne e dos produtos derivados torna-se difícil; Provoca aborto e infertilidade; Os animais doentes podem adquirir com maior facilidade outras doenças, devido à sua fraqueza.
TRANSMISSÃO - A febre aftosa é uma doença extremamente infecciosa. O Vírus se isola em grandes concentrações no líquido das vesículas que se formam na mucosa da língua e nos tecidos moles em torno das unhas. O sangue contém grandes quantidades de vírus durante as fases iniciais da enfermidade, quando o animal é muito contagioso.
Quando as vesículas arrebentam, o vírus passa à saliva e com a baba infecta os alojamentos, os pastos e as estradas onde passa o animal doente. Resiste durante meses em carcaças congeladas, principalmente na medula óssea. Dura muito tempo na erva dos pastos e na forragem ensilada. Persiste por tempo prolongado na farinha de ossos, nos couros e nos fardos de feno.
Outras vezes o contágio é indireto e, nesse caso, o vírus é transportado através de alimentos, água, ar e pássaros. Também as pessoas que cuidam dos animais doentes levam em suas mãos, na roupa ou nos calçados, o vírus, o qual é capaz de contaminar animais sadios. Nos animais infectados naturalmente, o período de incubação, varia de dezoito horas e três semanas.
SINTOMAS - A elevação da temperatura e a diminuição do apetite são os primeiros indícios da infecção. O vírus ataca a boca, língua, estômago, intestinos, pele em torno das unhas e na coroa. No inicio, febre com papulas que se transformam em pústulas, em vesículas, que se rompem e dão aftas na língua, lábios, gengivas e entre os cascos, o animal baba muito e tem dificuldade de se alimentar. Devido às lesões entre os cascos, o animal tem dificuldade de se locomover. Nos dois primeiros dias a infecção progride pelo sangue produzindo febre; depois aparecem as vesículas na boca e no pé. Também surgem nas tetas. Então a febre desaparece, porém, a produção de leite cai e a manqueira aparece, bem como a mamite com todas as suas graves conseqüências.
As vesículas se rompem e libertam um líquido transparente ou turvo; aftas, que aparecem após 24 a 48 horas, resultantes são dolorosas e podem sofre infecção secundária. A secreção de saliva aumenta e fios de baba começam a cair da boca. O animal mastiga produzindo ruído caracterizado, ao abrir a boca, chamado “beijo da aftosa”. Nos ovinos e caprinos, as lesões das patas são características, enquanto que as da boca podem ser pequenas e passarem desapercebidas. Os surtos de aftosa surgem repentinamente e com muita freqüência; todos os animais suscetíveis do rebanho apresentam os sintomas praticamente ao mesmo tempo. A intensidade da doença é muito variável. Na forma leve, as perdas podem alcançar uns 3%, enquanto que nas graves alcançam 30 a 50%, porém, em média, a mortalidade é baixa nos adultos e elevada nos jovens , principalmente os em aleitamento, porque as mães não os deixam mamar. Os animais que sobrevivem, se recuperam dentro de vinte duas porém, às vezes, a recuperação é bastante demorada; alguns animais com lesões cardíacas são irrecuperáveis, bem como as perdas de tetas.
PROFILAXIA E CUIDADOS -
· Nos países livres de febre aftosa o método geralmente empregado consiste no sacrifício dos animais doentes e suspeitos, destruição dos cadáveres e indenização dos proprietários.
· Vacinação regular do gado de 6 em 6 meses a partir do 3º mês de idade ou quando o Médico Veterinário recomendar.
· Os animais que receberam a primeira dose de vacina, deverão ser revacinados 90 dias após a primeira vacinação.
· Suspeitando da existência da doença em sua propriedade ou na de vizinhos, avise imediatamente o Médico Veterinário.
· Confirmada a doença, isole os animais doentes, proíba a entrada e saída de veículos, pessoas e animais, instale pedilúvios com desinfetantes e siga as orientações do Médico Veterinário.
· Quando comprar animais, exija que os mesmos estejam vacinados.
· Só faça o transporte com atestado de vacinação.
· As vacas prenhes devem ser vacinadas a fim de que elas possam proteger o bezerro através do colostro.
· A vacinação não causa aborto nos animais. Cuidados especiais devem ser tomados no manejo das vacas prenhes, pois é o mau manejo que poderá causar aborto e nunca a vacina.
· Exija sempre que o revendedor acondicione bem e faça o transporte correto das vacinas.
· Animais vindos de outras propriedades devem ser isolados, vacinados e observados por um período mínimo de 15 dias, antes de serem misturados com os outros animais da propriedade.
· Nos recintos de exposições, feiras e remates, devem ser adotadas rígidas medidas de higiene e desinfecção, e se a situação exigir, as autoridades sanitárias podem suspender os referidos eventos.
· É muito importante o pecuarista conhecer bem a Febre Aftosa, para que ao aparecer a doença em animais de seu rebanho, ele esteja capacitado para adotar medidas sanitárias, visando ao seu controle.
· Siga corretamente as orientações do Médico Veterinário. É importante o contato freqüente com o Médico Veterinário, o qual estará sempre pronto a prestar os esclarecimentos necessários.
VACINAÇÃO - No Brasil, o processo mais aconselhável é a vacinação periódica dos rebanhos, assim como a vacinação de todos os bovinos antes de qualquer viagem. Em geral a vacina contra a febre aftosa é aplicada, de 6 em 6 meses, a partir do 3º mês de idade. A vacinação contra a Febre Aftosa no Estado de São Paulo deve ser feita nos meses de MARÇO E SETEMBRO. Na aplicação devem ser obedecidas as recomendações do fabricante em relação à dosagem, tempo de validade, método de conservação e outros pormenores.
CUIDADOS COM A VACINA - Antes da aplicação devem ser obedecidas as recomendações do fabricante e alguns cuidados devem ser rigorosamente observados, tais como:
· Conservação Adequada das Vacinas;
· As vacinas devem ser conservadas na temperatura entre 2 e 6 graus centígrados, em geladeiras domésticas ou em caixas térmicas com gelo;
· É muito importante a conservação, pois tanto o congelamento quanto o calor inutilizam a eficiência da vacina;
· O transporte das vacinas do revendedor até a propriedade deve ser sempre feito em caixas térmicas com gelo;
· A dose a ser aplicada em cada animal deve ser aquela indicada no rótulo da vacina. Uma dosagem menor do que a indicada pelo fabricante não vai oferecer aos animais a proteção desejada;
· Não devem ser utilizadas agulhas muito grossas, pois a vacina pode escorrer pelo orifício deixado no couro do animal pela agulha e em conseqüência, diminuir a quantidade de vacina aplicada;
· A vacina deve ser aplicada embaixo da pele;
· Os animais sadios deverão ser sempre vacinados, pois os doentes ou mal-alimentados, não respondem bem à vacinação e, nesses casos, é conveniente procurar orientação com o Médico Veterinário.
· Os efeitos da vacina somente aparecem depois de 14 a 21 dias de sua aplicação. Se os animais apresentarem a doença antes desse prazo, é sinal que já estavam com a doença quando foram vacinados, mas ainda não tinham manifestado seus sintomas.
TRATAMENTO - Em casos especiais pode ser empregado o soro de animais hiper-imunizados. São úteis as seguintes medidas coadjuvantes:
1. desinfecção dos alojamentos com soda cáustica a 4% no leite de cal de caiação;
2. fervura ou pasteurização do leite destinado à alimentação animal ou humana;
3. uso de pedilúvios na entrada dos currais e estábulos;
4. alojamentos limpos e ventilados;
5. fornecimento aos animais de alimentos de fácil mastigação;
6. lavagem da boca com soluções adstringentes e anti-sépticas;
7. tratamento das feridas dos cascos e das tetas;
8. administração de tônicos cardíacos, em certos casos de muita fraqueza.
José Ubiraci Alves
A convivência do homem no campo frente aos problemas trazidos pela seca na Região Nordeste do Brasil, geralmente, caracteriza-se como uma luta contínua pela manutenção do seu padrão de vida e, até mesmo, pela sobrevivência da própria família, uma vez que as opções de produção, em épocas secas, tornam-se quase nulas, quer no âmbito da agricultura, quer na criação de pequenos ruminantes. Isto ocorre na medida em que se agrava a escassez de água com a redução, acentuada, na qualidade e na quantidade de forragem nas pastagens.
A criação de caprinos e ovinos, na Região, é uma atividade básica e generalizada que permeia a grande maioria das propriedades rurais, revestindo-se de grande importância sócio-econômica para o homem do campo. Sendo, ela sozinha, responsável pelo fornecimento de 40% de toda proteína animal consumida pela população rural.
Por outro lado, os rebanhos caprinos e ovinos, nestes tempos de seca, se não forem bem manejados, especialmente em relação ao tamanho do rebanho e à qualidade produtiva dos indivíduos, torna-se um fator de perda de receita, de desperdício do patrimônio e de agressão ao meio ambiente, na medida em que agrava a perda de peso dos animais pela falta de forragem, eleva-se a mortalidade do rebanho, afora provocar uma considerável degradação dos solos, pela forte pressão de pastejo.
Assim, o uso da prática do descarte orientado nos rebanhos caprinos e ovinos, em época de seca, é uma alternativa que, certamente, irá reverter essa situação, ou seja: promoverá a redução do número de animais, sem prejuízo à produção do rebanho; propiciará a manutenção do peso com redução da mortalidade dos indivíduos e reduz a pressão de pastejo, favorecendo a sustentabilidade ambiental.
Portanto, pela a importância que estes animais apresentam a melhor convivência do homem do campo com a seca, na Região, passa, necessariamente, pelo manejo adequado dos rebanhos caprino e ovino.
O descarte orientado é uma prática de manejo que consiste na identificação e na retirada de animais velhos, defeituosos, improdutivos ou menos produtivos dos rebanhos caprinos e ovinos. Indivíduos estes muito comuns nos rebanhos da Região. Esta prática deve ser realizada a cada ano, especialmente em longos períodos de seca, ou a cada ciclo de produção. Pois, assim, facilita e permite aos produtores fazer a identificação dos animais com aquelas características negativas e, portanto, passivos de serem descartados. É importante que a quantidade de animais descartados, de uma só vez, não ultrapasse os 25% do rebanho, mesmo que se identifique a necessidade de se descartar um número maior de animais.
Esta tecnologia pode e deve ser realizada em todos os rebanhos caprino e ovino do País, especialmente no Nordeste, onde a carência de alimentos (forragens) nas pastagens nativas é muito severa, aliada, ainda, à falta de um manejo adequado, o que torna os rebanhos promíscuos e com baixa produtividade. A situação se agrava, drasticamente, nos longos períodos secos, que são comuns na Região.
A relação desta prática de manejo com a melhoria do homem na convivência com a seca, especialmente na Região Nordeste, centra-se nos resultados imediatos que ela confere aos produtores e familiares, aos rebanhos e ao meio ambiente.
Entre as inúmeras vantagens que o descarte orientado proporciona, citam-se: 1) promove o ingresso imediato de renda na propriedade, pela venda de animais descartados; 2) disponibiliza maior quantidade de forragem aos animais remanescentes e mais produtivos; 3) melhora, substancialmente, o padrão alimentar do produtor e sua família, pelo maior consumo dentro da propriedade; 4) favorece a sustentabilidade ambiental em áreas de pastagem, pela redução da carga animal e 5) melhora o padrão genético dos rebanhos, através da seleção dos indivíduos.
Agricultura sustentável
Agricultura sustentável
A agricultura sustentável prossegue três objectivos principais: a
conservação do meio ambiente, unidades agrícolas lucrativas, e a criação de comunidades agrícolas prósperas. Estes objectivos têm sido definidos de acordo com diversas filosofias, práticas e políticas, tanto sob o ponto de vista do agricultor como do consumidor.Refere-se, portanto, à capacidade que uma determinada unidade agrícola (ou, numa perspectiva global, o próprio planeta) tem de continuar a produzir, numa sucessão sem fim, com um mínimo de aquisições do exterior. As plantas cultivadas dependem dos sais minerais presentes no solo, na água, no ar e na luz do sol como recursos para produzir o seu próprio alimento, através da fotossíntese. Esse alimento (o amido, e não só) é também a base da alimentação humana. Quando é feita a colheita, o agricultor está a recolher aquilo que foi permitido à planta produzir com os recursos que tinha à sua disposição. Recursos esses que têm de ser repostos para que o ciclo de produção continue. Caso contrário, existe a sua exaustão e a terra torna-se estéril. Ainda que a luz do sol, o ar e a chuva estejam, praticamente, disponíveis na maior parte das localizações geográficas do planeta, os nutrientes presentes no solo são facilmente exauríveis. Resíduos das plantas cultivadas, o azoto fixado por bactérias que vivem em simbiose na raiz de algumas leguminosas, ou o estrume dos animais criados nas unidades agrícolas consideradas são alguns dos meios possíveis para repor os sais minerais necessários ao desenvolvimento de novas colheitas. O próprio trabalho agrícola, executado pelo ser humano, de forma autónoma ou com a ajuda da tracção animal deve ser contabilizado nesta perspectiva de "reciclagem" energética, já que se pode supor que estes se podem alimentar exclusivamente do que é produzido na unidade agrícola. A aquisição de produtos ou serviços exteriores à unidade agrícola, como fertilizantes para as plantas ou combustível fóssil para máquinas reduz a sustentabilidade, já que torna a comunidade dependente de recursos não-renováveis e pode incorrer em externalidade negativa. Quanto maior for a autonomia da unidade agrícola, ao não necessitar de aquisições exteriores no sentido de manter os mesmos níveis de produção, maior será o nível de sustentabilidade.Organização das Nações Unidas
A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada oficialmente a 24 de Outubro de 1945 em São Francisco, Califórnia, por 51 países, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. A primeira Assembléia Geral celebrou-se a 10 de Janeiro de 1946 (em Westminster Central Hall, localizada em Londres). A sua sede atual é na cidade de Nova Iorque.A precursora das Nações Unidas foi a Sociedade de Nações (também conhecida como "Liga das Nações"), organização concebida em circunstâncias similares durante a Primeira Guerra Mundial e estabelecida em 1919, em conformidade com o Tratado de Versalhes, "para promover a cooperação internacional e conseguir a paz e a segurança".Em 2006 a ONU tem representação de 192 Estados-Membros - cada um dos países soberanos internacionalmente reconhecidos, exceto a Santa Sé, que tem qualidade de observadora, e países sem reconhecimento pleno (como Taiwan, que é território reclamado pela China, mas de reconhecimento soberano por outros países).Um dos feitos mais destacáveis da ONU é a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948.