ENCONTRO ESTADUAL DOS TECNICOS AGRICOLAS DO ESTADO DO MARANHÃO

ENCONTRO ESTADUAL DOS TECNICOS AGRICOLAS DO ESTADO DO MARANHÃO
CONSCIENTIZAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Uma agenda em defesa da vida e do desenvolvimento

O conceito-chave que orienta as ações do Ministério do Desenvol-vimento Agrário (MDA) e do Instituto Nacional de Colonização e Refor-ma Agrária (Incra) é o de um modelo de desenvolvimento rural susten-tável, capaz de fazer do campo brasileiro um espaço de paz, produção e justiça social. A defesa da construção de um novo modelo de desen-volvimento rural e agrícola parte de um diagnóstico sobre a insusten-tabilidade econômica, social e ambiental, no médio e longo prazo, do modelo implantado nas últimas décadas no Brasil. A combinação de uma estrutura agrária concentrada, políticas agrí-colas e padrão tecnológico excludentes produziu o empobrecimento de milhares de famílias de pequenos e médios agricultores (processo que, em muitos casos, resultou na perda de suas propriedades), a perda de biodiversidade, o desmatamento e a contaminação de rios e pessoas pelo uso intensivo de agrotóxicos.Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), ao longo dos últimos 100 anos, perderam-se 75% das variedades agrícolas. A agricultura mecanizada e as exigências do mercado estão na raiz da redução da biodiversidade. Historicamente, o ser humano utilizou entre sete e 10 mil espécies, ao passo que hoje cultiva tão somente 150 espécies – 12 das quais representam 75% do consumo alimentar humano. E dessas, só quatro espécies são respon-sáveis pela metade dos nossos alimentos.
O Brasil possui hoje dois dos 34 ecossistemas mundiais mais amea-çados: a Mata Atlântica e o Cerrado. Desde o descobrimento do Brasil, cerca de 92% da vegetação da Mata Atlântica foi destruída. No caso do Cerrado, que começou a ser ocupado nas últimas décadas, a destrui-ção é ainda mais rápida, restando apenas 22% da cobertura original. A monocultura da soja, as plantações de algodão e milho e a agricultura mecanizada como um todo são os principais fatores responsáveis pela destruição ambiental da região. A situação da Mata Atlântica apresentou pequena melhora nos últi-mos anos, com a redução da pressão de atividades econômicas sobre territórios preservados. Mas, se a pressão diminuiu aí, ela se deslocou para outras regiões, como é o caso do Cerrado e da Amazônia.Na Amazônia, a partir de 1970, foi implantado um modelo de desen-volvimento que incentivou grandes projetos agropecuários e monocul-turas, com uma política de substituição da fl oresta e de concentração da terra, gerando confl itos agrários, destruição ambiental e êxodo rural. Esse período foi marcado também pelo atendimento dos fl uxos migra-tórios de agricultores das regiões Sul, Sudeste e Nordeste.A política adotada foi a de estimular tais fl uxos migratórios, por meio de projetos de colonização, regularização fundiária e licitação de terras públicas, contribuindo para o aumento do desmatamen-to, uma vez que, para a obtenção do título, era necessá-rio desmatar pelo menos 50% do imóvel – o que caracte-rizava o conceito de atividade produtiva à época. Nesse contexto, a atividade que mais contribuiu para o desma-tamento da Amazônia foi a pecuária, geralmente envolta em um processo de grilagem de terras públicas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

agroecologia - um modelo de sustentabilidade

Agricultura sustentável













A agricultura sustentável prossegue três objectivos principais: a conservação do meio ambiente, unidades agrícolas lucrativas, e a criação de comunidades agrícolas prósperas. Estes objectivos têm sido definidos de acordo com diversas filosofias, práticas e políticas, tanto sob o ponto de vista do agricultor como do consumidor.
Refere-se, portanto, à capacidade que uma determinada unidade agrícola (ou, numa perspectiva global, o próprio planeta) tem de continuar a produzir, numa sucessão sem fim, com um mínimo de aquisições do exterior. As plantas cultivadas dependem dos sais minerais presentes no solo, na água, no ar e na luz do sol como recursos para produzir o seu próprio alimento, através da fotossíntese. Esse alimento (o amido, e não só) é também a base da alimentação humana. Quando é feita a colheita, o agricultor está a recolher aquilo que foi permitido à planta produzir com os recursos que tinha à sua disposição. Recursos esses que têm de ser repostos para que o ciclo de produção continue. Caso contrário, existe a sua exaustão e a terra torna-se estéril. Ainda que a luz do sol, o ar e a chuva estejam, praticamente, disponíveis na maior parte das localizações geográficas do planeta, os nutrientes presentes no solo são facilmente exauríveis. Resíduos das plantas cultivadas, o azoto fixado por bactérias que vivem em simbiose na raiz de algumas leguminosas, ou o estrume dos animais criados nas unidades agrícolas consideradas são alguns dos meios possíveis para repor os sais minerais necessários ao desenvolvimento de novas colheitas. O próprio trabalho agrícola, executado pelo ser humano, de forma autónoma ou com a ajuda da tracção animal deve ser contabilizado nesta perspectiva de "reciclagem" energética, já que se pode supor que estes se podem alimentar exclusivamente do que é produzido na unidade agrícola. A aquisição de produtos ou serviços exteriores à unidade agrícola, como fertilizantes para as plantas ou combustível fóssil para máquinas reduz a sustentabilidade, já que torna a comunidade dependente de recursos não-renováveis e pode incorrer em externalidade negativa. Quanto maior for a autonomia da unidade agrícola, ao não necessitar de aquisições exteriores no sentido de manter os mesmos níveis de produção, maior será o nível de sustentabilidade.Organização das Nações Unidas
A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada oficialmente a 24 de Outubro de 1945 em São Francisco, Califórnia, por 51 países, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. A primeira Assembléia Geral celebrou-se a 10 de Janeiro de 1946 (em Westminster Central Hall, localizada em Londres). A sua sede atual é na cidade de Nova Iorque.A precursora das Nações Unidas foi a Sociedade de Nações (também conhecida como "Liga das Nações"), organização concebida em circunstâncias similares durante a Primeira Guerra Mundial e estabelecida em 1919, em conformidade com o Tratado de Versalhes, "para promover a cooperação internacional e conseguir a paz e a segurança".Em 2006 a ONU tem representação de 192 Estados-Membros - cada um dos países soberanos internacionalmente reconhecidos, exceto a Santa Sé, que tem qualidade de observadora, e países sem reconhecimento pleno (como Taiwan, que é território reclamado pela China, mas de reconhecimento soberano por outros países).Um dos feitos mais destacáveis da ONU é a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948.

sábado, 17 de outubro de 2009

oportunidade de emprego e renda no nordeste brasileiro

Cabras Mestiças: Opção para a Produção de Leite no Nordeste do Brasil.

A caprinocultura leiteira no Brasil, principalmente no Nordeste, é uma atividade secular onde exerce importante papel social pelo uso do leite de cabra para alimentação humana; além de render divisas para os caprinocultores, principalmente os da agricultura familiar, somando-se com a venda de carne, leite e seus derivados e a pele. A exploração pelos produtores mais organizados de produtos derivados do leite como: iogurtes, queijos de diversos tipos, patês e soro. Este é adicionado com diversos tipos de condimentos (baunilha, morango e outros), sendo estes produtos consumidos na merenda escolar. Essa exploração, geralmente, é feita pelos pequenos produtores pertencentes à agricultura familiar, contribuindo para o fortalecimento de uma atividade rentável e sustentável, proporcionando-lhes aumento de emprego e de renda.

Os rebanhos de caprinos nativos e Sem Raça Definida (SRD) constituem o maior grupo populacional no Nordeste do Brasil, cerca de 70%. Os animais apresentam alta tolerância ao ambiente Semi-Árido, porém de baixa produção de leite, em média 550 g/cabeça/dia, num período de lactação de 150 dias.
A utilização de genótipos exóticos de aptidão leiteira como o Saanem, Parda Alpina, Toggenburg e British Alpine, usados como raças paternas em cruzamentos, principalmente de primeira geração, é mais recomendada com os tipos nativos e/ou SRD; com isso, objetiva-se produzir cabras mestiças de boa resistência ao ambiente Semi-Árido, proporcionando-lhes maior produção de leite em relação às nativas, já que a Região Nordeste possui duas estações bem definidas, aonde os custos com alimentação dos rebanhos chegam a 70% do custo de produção. Nas condições de Nordeste, em cabras meio sangue Parda Alpina x Nativa, é possível obter produções de leite de até 168 kg, num período de lactação de 150 dias. Para conseguir estes índices é importante selecionar cabras que apresentem produção média em torno de 0,94 kg/leite/dia, na primeira lactação, o que poderá ser uma boa opção para os sistemas de produção de leite de cabras mestiças no Nordeste brasileiro. Nesses cruzamentos, associam-se no mesmo animal, o potencial produtivo da raça exótica e a rusticidade dos tipos naturalizados, proporcionando aumento na produção de leite. Este incremento é de fundamental importância para a Região, pois aumenta o fornecimento de proteína animal, via leite, para suprir as deficiências nutricionais das populações rurais.
O leite de cabra apresenta maior digestibilidade devido ao tamanho dos glóbulos de gordura e também não contém substâncias alérgicas, o que não acontece com o leite de vaca. As qualidades apresentadas justificam sua freqüente utilização na alimentação de pessoas idosas com problemas enterogástricos ou mesmo de crianças com problemas de alergia.
Importante ressaltar que a exploração de cabras mestiças na Região Nordeste, usando tecnologias adequadas, proporciona incrementos significativos de produção leiteira, principalmente quando explorada em três estações de parição, no período de dois anos com o mesmo rebanho, mas em grupos de cabras diferentes. A vantagem comparativa das cabras mestiças em relação às puras de alto valor genético, é que as mestiças apresentam maior número de crias nascidas por fêmeas paridas em relação às cabras puras.
O incremento em produção de leite dos rebanhos deveu-se principalmente, aos diversos trabalhos de pesquisas da Embrapa Caprinos em parceria com o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA), que dispõem de pacotes tecnológicos de orientação à exploração da atividade.
A exploração desta atividade pelos caprinocultores e principalmente os pequenos produtores pertencentes à agricultura familiar, constitui uma atividade rentável e sustentável, contribuindo para o aumento de emprego e de renda.
Para otimização do potencial de produção das cabras mestiças, recomenda-se o uso de três partos em dois anos, fazendo uso de estação de monta controlada, para isto faz-se necessário à formação de alimentos de qualidade para estocar durante a época seca e um bom centro de recria. É importante fazer o descarte orientado das fêmeas com idade superior a sete anos e das fêmeas com produção média de leite abaixo de 0,70 kg/dia.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

A NATUREZA E SUA FURIA

A NATUREZA E SUA FÚRIA

uma das pontes que foram levadas pela força da água, dificultando o tráfego de um lugar para o outro no trecho de alta alegre - ma

TRIZIDELA DO VALE - MA


Trizidela do vale foi uma das cidades afetadas pelas grandes enchentes no maranhão.

sábado, 18 de julho de 2009

INVERNO E MUITAS CHUVAS NO MARANHÃO

A natureza e seu poder.

Um dos grandes problemas a serem enfrentados nos últimos anos, nos faz refletir que a partir da nossa conscientização e a nossa entrega quanto animal que pensa, possa viver em harmonia com a natureza e o meio em que nós vivemos. Dados e estatísticas nos mostram que o maior causador e destruidor do meio ambiente não são os seres irracionais e sim o ser humano capaz de raciocinar. “Homem que constrói é o mesmo homem que destrói."
Vamos abraçar esta causa e mudar a nossa maneira de conviver com o meio em que nós vivemos.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

OS DEZ MANDAMENTOS DO FRATERNALISMO
1º - Todos os seres, espécies e ecossistemas são obras da Criação Cósmica (Deus), sábia e paciente.
2º - A morada Terra é nosso lar transitório, que nos cumpre proteger para a perenização da natureza.
3º - Organizados em grupos, tribos, povos e raças, somos compelidos a viver e conviver de acordo com sistemas e convenções que a época nos determine.
4º - Cada nação ou pais, dependendo de seu avanço moral e técnico, é livre para escolher formas e modelos de governo que melhor lhes apontem o caminho do ecodesenvolvimento, aliado ao progresso coletivo, com melhor qualidade de vida, justiça social e paz.
5º - A tendência natural dos povos é elevar-se física e espiritualmente, através de processos socioecológicos, a fim de encontrar soluções para seus problemas.
6º - O desenvolvimento e o progresso material são apenas partes do todo, mas devem-se buscar primeiramente os caminhos que formam a base moral, dentro da mais pura ética e do amor fraterno.
7º Deve-se trabalhar arduamente pela instituição do Fraternalismo, em todo o Globo, atendendo às particularidades de cada povo e nação.
8º - Devem-se envidar esforços pela reinstituição das cidades-estados, em contraposição ao sistema atual, empreendendo estudos e pesquisas com vistas à reorganização social que aperfeiçoa o regime replubicano-federativo.
9º - A base do Fraternalismo é a família que, reunida origina o Conselho Celular. Os Conselhos Celulares compõem os Magnos Conselhos Municipais, onde tudo é discutido, analisado e decidido, em termos de poder funcionar como órgão auxiliar da administração pública local.
10º - Os Magnos Conselhos Municipais, juntamente com as Câmaras Legislativas, trabalharão harmoniosamente com o Poder Executivo, gerando uma administração limpa, transparente, profundamente ética, estabelecendo, assim a legítima ECODEMOCRACIA.
Direitos e Deveres

Direito, como o próprio nome diz, é aquilo que nós podemos fazer, ou seja, as coisas que são favoráveis a nós, mas para que tenhamos direitos nós teremos que cumprir deveres. Dever é tudo que nós podemos fazer dentro da lei.
Cidadania nos aponta os caminhos que podemos trilhar na sociedade, quer cumprindo as leis, quer pleiteando, isto é, buscando todos os nossos direitos como cidadãos livres e obedientes às leis. Daí porque um promotor de justiça dizer que “Cidadania é o direito de ter direitos...”
Mas, Cidadania tem muito a ver também com Civismo, que é nossa dedicação à Pátria, quer com referência a nossa história, quer quanto aos atos públicos onde somos chamados a demonstrar amor a tudo quanto se refira ao nosso exercício social.
Beabá da Cidadania

É palavra bonita, elegante, esperançosa...
Que bom se todos entendessem o real sentido de Cidadania!
Como seria esplêndido se, neste mundo, as pessoas amassem a verdade e fustigassem a mentira, o ódio, a ganância, o rancor, a discriminação e também a exclusão social.
Viveríamos num mundo maravilhoso, encantador, seríamos todos mais felizes, plenamente realizados.
Mas, para ter Cidadania, será preciso observar regrinhas práticas, conselhos úteis, posturas, recomendações e, especialmente, lições do passado...
Afinal, passada é apenas uma página do que aconteceu, e também um conjunto de aprendizado, um livrinho cheio de lições...
Os dicionários dizem que Cidadania são o conjunto dos direitos civis e políticos... mas, será só isso mesmo?
Achamos que não; temos de acrescentar algumas regrinhas básicas para entendermos direitinho o que é Cidadania.
Bem, toda pessoa recebe geralmente o título de cidadão, porque mora em alguma cidade, mesmo que esteja no meio rural.
Como vai esse cidadão exercer seus direitos na sociedade, se não sabe onde buscar todas as informações de que necessita para o exercício global da Cidadania?
Começa, pois, a pesquisa, primeiro pela Declaração Universal dos Direitos Humanos; depois, pela Carta Magna do país: a Constituição Federal, que foi promulgada em 1988, pelos deputados federais, chamados de congressistas.
Após longos estudos e debates do que já existia no país, em matéria legislativa, desde a primeira Constituição de 1824, estabeleceram os congressistas, juntamente com juristas escolhidos para dar sua colaboração ao documento, alguns artigos essenciais, que todos devemos conhecer.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

MICROORGANISMO: DANDO VIDA AO SOLO.

Solo, ao contrario do que imagina a maioria das pessoas, não é apenas terra. No inicio da formação do planeta não existiam solos, mas sim imensos blocos de pedra e muita água. Durante milhões de anos, o calor e o frio racharam a pedra; o vento e a água transformaram pedaços quebrados em areia grossa, areia fina e argila. Mas isso ainda não era o solo, começou a ser quando apareceu á vida, na forma de microorganismo e depois de seres maiores.
Nascendo, crescendo e morrendo, esses microorganismos adicionaram matéria orgânica para terra, que passou a abrigar cada vez mais organismos. Estes, ao decompor a matéria orgânica, produziam ácidos que alteravam a areia e a argila, criando novas substâncias e transformando aquela massa inerte num corpo complexo e cheio de vida: o solo.
Essas transformações continuam até hoje. Por isso, existe sempre uma rocha em baixo do solo – a rocha-mãe. Não se percebe que o solo está sendo produzido porque o processo é muito lento: para formar apenas um centímetro de solo agrícola são necessários séculos.
De outra parte, os pequenos animais e vegetais do terreno são essenciais para a agricultura. Seu trabalho é variado: os pequenos canais, ou poros, feitos pelas minhocas, formigas, larvas e outros inúmeros insectos, servem para o ar circular e a água e as raízes das plantas penetrarem.
Além disso, esses animais, ajudados por bactérias e fungos, trituram e decompõem a matéria orgânica, tornando seus nutrientes disponíveis para as raízes das plantas. Fazem mais: fabricam húmus, que torna o solo fofo e armazena água e nutrientes para as plantas. Os microorganismos produzem ainda substâncias que ajudam as culturas a crescer e se defenderem de pragas e doenças.
Em outras palavras, os microorganismos do solo são como uma usina transformadora: decompõem a matéria orgânica, produzindo ácidos que dissolvem os nutrientes do solo como fósforo e potássio. Até mesmo o nitrogénio é retirado do ar por bactérias e dado de graça às plantas pelos nossos "amigos invisíveis".
Porém, para que tudo isso aconteça, é preciso que exista a matéria orgânica no chão na forma de "mulche" (cobertura morta).
Inclusão produtiva
Segurança alimentar como foco central
fotos das visitas aos municipios:
São Raimundo Doca Bezerra
São Roberto
Lima Campos
Esperantinopolis


domingo, 28 de junho de 2009

Encontro com o prefeito de Lima Campos-MA
















Equipe CVB no encontro com a Secretaria de Ação Social de Esperantinopolis-MA













Prefeito e Vice-prefeito de Lima Campos-MA












Equipe CVB em São Roberto - MA













sábado, 27 de junho de 2009

Encontro dos técnicos agricolas do estado do maranhão:

com a presença do secretario de agricultura da prefeitura de são luis, tambem compareceram no encontro, autoridades da agerp e da emater-ma.



presidente do sindicato dos técnicos agricolas foi um dos palestrantes.

onde mostrou a importancia e a funcionalidade do sindicato.



eu estava lá e vc ?




outros companheiros tambem compareceram.




coloque as suas fotos tambem e poste uma mensagem.






Técnicas agroecológica reduzem custos na pecuária.

Um dos dilemas do assentado da reforma agrária é como alimentar o gado na época da seca. Na maioria das vezes, é necessário comprar ração ou algum tipo de forragem, o que eleva os custos de produção. Foi para resolver esse problema que a Embrapa Meio Ambiente desenvolveu o pasto rotativo agroecológico, adotado experimentalmente por produtores rurais assentados das regiões do Pontal do Paranapanema e Andradina, SP.
O objetivo é recuperar o solo com técnicas ecologicamente sustentáveis e oferecer alternativas de alimentação para o gado na época em que o capim está seco.
Esse sistema difere do pastejo convencional por substituir a adubação química, de alto custo, por adubação verde. Em consórcio com as gramíneas, os assentado planta leguminosas, espécies que fixam nitrogênio no solo, contribuindo para recuperar a fertilidade, além de servirem de fonte de proteína para o gado.
Segundo Luiz Octávio Ramos Filho, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o produtor não precisa adquirir uma variedade específica de capim. Ele pode trabalhar com a que já existe no seu lote. Mas, no caso da leguminosa, ele recomenda o estilosante Mineirão. “É uma espécie nativa do cerrado, resistente à seca e rica em proteína”, justifica.
A rotação de pastejo é outro princípio utilizado. A área de pastagem é dividida em piquetes. A quantidade de piquetes depende do tempo necessário para a recuperação do capim, variando entre 21 e 30. O gado é solto em um piquete por vez, de modo que, ao chegar ao último, o capim do primeiro já está pronto novamente para o pastejo.
Ramo Filho recomenda ainda o plantio de árvores. “O gado gosta de sombra. Não come quando está muito quente. E as árvores também podem fixar nitrogênio no solo, especialmente se forem leguminosas. Podemos chegar, inclusive, a um sistema silvipastoril”, explica.
Nas experiências realizadas nos assentamentos Timboré, em Andradina, e Água Sumida, em Teodoro Sampaio, em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra, os assentados têm registrado ganhos de rendimento de 20 a 30%. “O assentado sai de uma situação ruim, sem manejo e com o custo de adubação, e vai para uma situação em que tem custo menor e sustentabilidade no longo prazo”, conclui o pesquisador.
Febre Aftosa

A Febre aftosa é uma enfermidade altamente contagiosa que ataca a todos os animais de casco fendido, principalmente bovinos, suínos, ovinos e caprinos, e muito menos os carnívoros, mamíferos; os animais solípedes são resistentes. Dá-se em todas as idades, independente de sexo, raça, clima, etc., porém há diferenças de suscetividade de espécie.
A doença é produzida pelo menos por seis tipos de vírus, classificados como A,O,C,SAT-1,SAT-2 e SAT-3, sendo que os três últimos foram isolados na África e os demais apresentam ampla disseminação. Não há transmissores de aftosa, o vírus é vinculado pelo ar, pela água e alimentos, apesar de ser sensível ao calor e a luz.
A imunidade contra um deles não protege contra os outros. Além disso, constataram-se alguns subtipos dos vírus citados, com a particularidade de que uns causam ataques mais graves que outros e alguns se propagam mais facilmente. Esta complexidade, apresenta um aspecto muito desfavorável, pois um animal atacado por um tipo de vírus, embora ofereça resistência ao mesmo, é ainda suscetível aos outros tipos e subtipos.
PREJUÍZOS CAUSADOS - A gravidade da aftosa não decorre das mortes que ocasiona, mas principalmente dos prejuízos econômicos, atingindo todos os pecuaristas, desde os pequenos até os grandes produtores. Causa em conseqüência da febre e da perda de apetite, sob as formas de quebra da produção leiteira, perda de peso, crescimento retardado e menor eficiência reprodutiva. Pode levar à morte, principalmente os animais jovens; As propriedades que têm animais doentes são interditadas; A exportação da carne e dos produtos derivados torna-se difícil; Provoca aborto e infertilidade; Os animais doentes podem adquirir com maior facilidade outras doenças, devido à sua fraqueza.
TRANSMISSÃO - A febre aftosa é uma doença extremamente infecciosa. O Vírus se isola em grandes concentrações no líquido das vesículas que se formam na mucosa da língua e nos tecidos moles em torno das unhas. O sangue contém grandes quantidades de vírus durante as fases iniciais da enfermidade, quando o animal é muito contagioso.
Quando as vesículas arrebentam, o vírus passa à saliva e com a baba infecta os alojamentos, os pastos e as estradas onde passa o animal doente. Resiste durante meses em carcaças congeladas, principalmente na medula óssea. Dura muito tempo na erva dos pastos e na forragem ensilada. Persiste por tempo prolongado na farinha de ossos, nos couros e nos fardos de feno.
Outras vezes o contágio é indireto e, nesse caso, o vírus é transportado através de alimentos, água, ar e pássaros. Também as pessoas que cuidam dos animais doentes levam em suas mãos, na roupa ou nos calçados, o vírus, o qual é capaz de contaminar animais sadios. Nos animais infectados naturalmente, o período de incubação, varia de dezoito horas e três semanas.
SINTOMAS - A elevação da temperatura e a diminuição do apetite são os primeiros indícios da infecção. O vírus ataca a boca, língua, estômago, intestinos, pele em torno das unhas e na coroa. No inicio, febre com papulas que se transformam em pústulas, em vesículas, que se rompem e dão aftas na língua, lábios, gengivas e entre os cascos, o animal baba muito e tem dificuldade de se alimentar. Devido às lesões entre os cascos, o animal tem dificuldade de se locomover. Nos dois primeiros dias a infecção progride pelo sangue produzindo febre; depois aparecem as vesículas na boca e no pé. Também surgem nas tetas. Então a febre desaparece, porém, a produção de leite cai e a manqueira aparece, bem como a mamite com todas as suas graves conseqüências.
As vesículas se rompem e libertam um líquido transparente ou turvo; aftas, que aparecem após 24 a 48 horas, resultantes são dolorosas e podem sofre infecção secundária. A secreção de saliva aumenta e fios de baba começam a cair da boca. O animal mastiga produzindo ruído caracterizado, ao abrir a boca, chamado “beijo da aftosa”. Nos ovinos e caprinos, as lesões das patas são características, enquanto que as da boca podem ser pequenas e passarem desapercebidas. Os surtos de aftosa surgem repentinamente e com muita freqüência; todos os animais suscetíveis do rebanho apresentam os sintomas praticamente ao mesmo tempo. A intensidade da doença é muito variável. Na forma leve, as perdas podem alcançar uns 3%, enquanto que nas graves alcançam 30 a 50%, porém, em média, a mortalidade é baixa nos adultos e elevada nos jovens , principalmente os em aleitamento, porque as mães não os deixam mamar. Os animais que sobrevivem, se recuperam dentro de vinte duas porém, às vezes, a recuperação é bastante demorada; alguns animais com lesões cardíacas são irrecuperáveis, bem como as perdas de tetas.
PROFILAXIA E CUIDADOS -
· Nos países livres de febre aftosa o método geralmente empregado consiste no sacrifício dos animais doentes e suspeitos, destruição dos cadáveres e indenização dos proprietários.
· Vacinação regular do gado de 6 em 6 meses a partir do 3º mês de idade ou quando o Médico Veterinário recomendar.
· Os animais que receberam a primeira dose de vacina, deverão ser revacinados 90 dias após a primeira vacinação.
· Suspeitando da existência da doença em sua propriedade ou na de vizinhos, avise imediatamente o Médico Veterinário.
· Confirmada a doença, isole os animais doentes, proíba a entrada e saída de veículos, pessoas e animais, instale pedilúvios com desinfetantes e siga as orientações do Médico Veterinário.
· Quando comprar animais, exija que os mesmos estejam vacinados.
· Só faça o transporte com atestado de vacinação.
· As vacas prenhes devem ser vacinadas a fim de que elas possam proteger o bezerro através do colostro.
· A vacinação não causa aborto nos animais. Cuidados especiais devem ser tomados no manejo das vacas prenhes, pois é o mau manejo que poderá causar aborto e nunca a vacina.
· Exija sempre que o revendedor acondicione bem e faça o transporte correto das vacinas.
· Animais vindos de outras propriedades devem ser isolados, vacinados e observados por um período mínimo de 15 dias, antes de serem misturados com os outros animais da propriedade.
· Nos recintos de exposições, feiras e remates, devem ser adotadas rígidas medidas de higiene e desinfecção, e se a situação exigir, as autoridades sanitárias podem suspender os referidos eventos.
· É muito importante o pecuarista conhecer bem a Febre Aftosa, para que ao aparecer a doença em animais de seu rebanho, ele esteja capacitado para adotar medidas sanitárias, visando ao seu controle.
· Siga corretamente as orientações do Médico Veterinário. É importante o contato freqüente com o Médico Veterinário, o qual estará sempre pronto a prestar os esclarecimentos necessários.
VACINAÇÃO - No Brasil, o processo mais aconselhável é a vacinação periódica dos rebanhos, assim como a vacinação de todos os bovinos antes de qualquer viagem. Em geral a vacina contra a febre aftosa é aplicada, de 6 em 6 meses, a partir do 3º mês de idade. A vacinação contra a Febre Aftosa no Estado de São Paulo deve ser feita nos meses de MARÇO E SETEMBRO. Na aplicação devem ser obedecidas as recomendações do fabricante em relação à dosagem, tempo de validade, método de conservação e outros pormenores.
CUIDADOS COM A VACINA - Antes da aplicação devem ser obedecidas as recomendações do fabricante e alguns cuidados devem ser rigorosamente observados, tais como:
· Conservação Adequada das Vacinas;
· As vacinas devem ser conservadas na temperatura entre 2 e 6 graus centígrados, em geladeiras domésticas ou em caixas térmicas com gelo;
· É muito importante a conservação, pois tanto o congelamento quanto o calor inutilizam a eficiência da vacina;
· O transporte das vacinas do revendedor até a propriedade deve ser sempre feito em caixas térmicas com gelo;
· A dose a ser aplicada em cada animal deve ser aquela indicada no rótulo da vacina. Uma dosagem menor do que a indicada pelo fabricante não vai oferecer aos animais a proteção desejada;
· Não devem ser utilizadas agulhas muito grossas, pois a vacina pode escorrer pelo orifício deixado no couro do animal pela agulha e em conseqüência, diminuir a quantidade de vacina aplicada;
· A vacina deve ser aplicada embaixo da pele;
· Os animais sadios deverão ser sempre vacinados, pois os doentes ou mal-alimentados, não respondem bem à vacinação e, nesses casos, é conveniente procurar orientação com o Médico Veterinário.
· Os efeitos da vacina somente aparecem depois de 14 a 21 dias de sua aplicação. Se os animais apresentarem a doença antes desse prazo, é sinal que já estavam com a doença quando foram vacinados, mas ainda não tinham manifestado seus sintomas.
TRATAMENTO - Em casos especiais pode ser empregado o soro de animais hiper-imunizados. São úteis as seguintes medidas coadjuvantes:
1. desinfecção dos alojamentos com soda cáustica a 4% no leite de cal de caiação;
2. fervura ou pasteurização do leite destinado à alimentação animal ou humana;
3. uso de pedilúvios na entrada dos currais e estábulos;
4. alojamentos limpos e ventilados;
5. fornecimento aos animais de alimentos de fácil mastigação;
6. lavagem da boca com soluções adstringentes e anti-sépticas;
7. tratamento das feridas dos cascos e das tetas;
8. administração de tônicos cardíacos, em certos casos de muita fraqueza.
A TECNOLOGIA NA CONVIVÊNCIA COM A SECA

José Ubiraci Alves
A convivência do homem no campo frente aos problemas trazidos pela seca na Região Nordeste do Brasil, geralmente, caracteriza-se como uma luta contínua pela manutenção do seu padrão de vida e, até mesmo, pela sobrevivência da própria família, uma vez que as opções de produção, em épocas secas, tornam-se quase nulas, quer no âmbito da agricultura, quer na criação de pequenos ruminantes. Isto ocorre na medida em que se agrava a escassez de água com a redução, acentuada, na qualidade e na quantidade de forragem nas pastagens.
A criação de caprinos e ovinos, na Região, é uma atividade básica e generalizada que permeia a grande maioria das propriedades rurais, revestindo-se de grande importância sócio-econômica para o homem do campo. Sendo, ela sozinha, responsável pelo fornecimento de 40% de toda proteína animal consumida pela população rural.
Por outro lado, os rebanhos caprinos e ovinos, nestes tempos de seca, se não forem bem manejados, especialmente em relação ao tamanho do rebanho e à qualidade produtiva dos indivíduos, torna-se um fator de perda de receita, de desperdício do patrimônio e de agressão ao meio ambiente, na medida em que agrava a perda de peso dos animais pela falta de forragem, eleva-se a mortalidade do rebanho, afora provocar uma considerável degradação dos solos, pela forte pressão de pastejo.
Assim, o uso da prática do descarte orientado nos rebanhos caprinos e ovinos, em época de seca, é uma alternativa que, certamente, irá reverter essa situação, ou seja: promoverá a redução do número de animais, sem prejuízo à produção do rebanho; propiciará a manutenção do peso com redução da mortalidade dos indivíduos e reduz a pressão de pastejo, favorecendo a sustentabilidade ambiental.
Portanto, pela a importância que estes animais apresentam a melhor convivência do homem do campo com a seca, na Região, passa, necessariamente, pelo manejo adequado dos rebanhos caprino e ovino.
O descarte orientado é uma prática de manejo que consiste na identificação e na retirada de animais velhos, defeituosos, improdutivos ou menos produtivos dos rebanhos caprinos e ovinos. Indivíduos estes muito comuns nos rebanhos da Região. Esta prática deve ser realizada a cada ano, especialmente em longos períodos de seca, ou a cada ciclo de produção. Pois, assim, facilita e permite aos produtores fazer a identificação dos animais com aquelas características negativas e, portanto, passivos de serem descartados. É importante que a quantidade de animais descartados, de uma só vez, não ultrapasse os 25% do rebanho, mesmo que se identifique a necessidade de se descartar um número maior de animais.
Esta tecnologia pode e deve ser realizada em todos os rebanhos caprino e ovino do País, especialmente no Nordeste, onde a carência de alimentos (forragens) nas pastagens nativas é muito severa, aliada, ainda, à falta de um manejo adequado, o que torna os rebanhos promíscuos e com baixa produtividade. A situação se agrava, drasticamente, nos longos períodos secos, que são comuns na Região.
A relação desta prática de manejo com a melhoria do homem na convivência com a seca, especialmente na Região Nordeste, centra-se nos resultados imediatos que ela confere aos produtores e familiares, aos rebanhos e ao meio ambiente.
Entre as inúmeras vantagens que o descarte orientado proporciona, citam-se: 1) promove o ingresso imediato de renda na propriedade, pela venda de animais descartados; 2) disponibiliza maior quantidade de forragem aos animais remanescentes e mais produtivos; 3) melhora, substancialmente, o padrão alimentar do produtor e sua família, pelo maior consumo dentro da propriedade; 4) favorece a sustentabilidade ambiental em áreas de pastagem, pela redução da carga animal e 5) melhora o padrão genético dos rebanhos, através da seleção dos indivíduos.

Agricultura sustentável

Agricultura sustentável

A agricultura sustentável prossegue três objectivos principais: a conservação do meio ambiente, unidades agrícolas lucrativas, e a criação de comunidades agrícolas prósperas. Estes objectivos têm sido definidos de acordo com diversas filosofias, práticas e políticas, tanto sob o ponto de vista do agricultor como do consumidor.
Refere-se, portanto, à capacidade que uma determinada unidade agrícola (ou, numa perspectiva global, o próprio planeta) tem de continuar a produzir, numa sucessão sem fim, com um mínimo de aquisições do exterior. As plantas cultivadas dependem dos
sais minerais presentes no solo, na água, no ar e na luz do sol como recursos para produzir o seu próprio alimento, através da fotossíntese. Esse alimento (o amido, e não só) é também a base da alimentação humana. Quando é feita a colheita, o agricultor está a recolher aquilo que foi permitido à planta produzir com os recursos que tinha à sua disposição. Recursos esses que têm de ser repostos para que o ciclo de produção continue. Caso contrário, existe a sua exaustão e a terra torna-se estéril. Ainda que a luz do sol, o ar e a chuva estejam, praticamente, disponíveis na maior parte das localizações geográficas do planeta, os nutrientes presentes no solo são facilmente exauríveis. Resíduos das plantas cultivadas, o azoto fixado por bactérias que vivem em simbiose na raiz de algumas leguminosas, ou o estrume dos animais criados nas unidades agrícolas consideradas são alguns dos meios possíveis para repor os sais minerais necessários ao desenvolvimento de novas colheitas. O próprio trabalho agrícola, executado pelo ser humano, de forma autónoma ou com a ajuda da tracção animal deve ser contabilizado nesta perspectiva de "reciclagem" energética, já que se pode supor que estes se podem alimentar exclusivamente do que é produzido na unidade agrícola. A aquisição de produtos ou serviços exteriores à unidade agrícola, como fertilizantes para as plantas ou combustível fóssil para máquinas reduz a sustentabilidade, já que torna a comunidade dependente de recursos não-renováveis e pode incorrer em externalidade negativa. Quanto maior for a autonomia da unidade agrícola, ao não necessitar de aquisições exteriores no sentido de manter os mesmos níveis de produção, maior será o nível de sustentabilidade.Organização das Nações Unidas

A Organização das Nações Unidas (ONU) foi fundada oficialmente a 24 de Outubro de 1945 em São Francisco, Califórnia, por 51 países, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. A primeira Assembléia Geral celebrou-se a 10 de Janeiro de 1946 (em Westminster Central Hall, localizada em Londres). A sua sede atual é na cidade de Nova Iorque.A precursora das Nações Unidas foi a Sociedade de Nações (também conhecida como "Liga das Nações"), organização concebida em circunstâncias similares durante a Primeira Guerra Mundial e estabelecida em 1919, em conformidade com o Tratado de Versalhes, "para promover a cooperação internacional e conseguir a paz e a segurança".Em 2006 a ONU tem representação de 192 Estados-Membros - cada um dos países soberanos internacionalmente reconhecidos, exceto a Santa Sé, que tem qualidade de observadora, e países sem reconhecimento pleno (como Taiwan, que é território reclamado pela China, mas de reconhecimento soberano por outros países).Um dos feitos mais destacáveis da ONU é a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948.